quarta-feira, 27 de Agosto de 2014

David Luiz e Neymar parabenizam Maxwell por aniversário: "Inspiração"

* Reprodução / Instagram 

No Instagram, central posa ao lado do lateral-esquerdo, companheiro no PSG e na selecção brasileira na última Copa, que completou 33 anos nesta quarta-feira

David Luiz e Neymar utilizaram o Instagram para dar os parabéns ao lateral-esquerdo Maxwell, que completou 33 anos nesta quarta-feira. Amigos na selecção brasileira e agora companheiros no Paris Saint-Germain, central e lateral-esquerdo posaram juntos para um foto, e o aniversariante ganhou muitos elogios do defensor, de 27 anos.

Sem dúvida nenhuma que você é um inspiração pra mim irmão #Maxwell ! Tenho orgulho de ti dentro e fora do campo! Parabéns mlk classe! Deus te abençoe mto! Ta ficando velho! Hahahaha #eu32 #vc33 - escreveu David Luiz. Já Neymar escreveu o seguinte.

- Moleque classe! Parabéns, irmão.. Felicidades e sucesso sempre pra você .. Tamo junto Max.

terça-feira, 26 de Agosto de 2014

A todos os visitantes

O blog é feito por todos nós, todos os fãs do David Luiz e visitantes do blog. Por isso, peço a vossa colaboração no crescimento do blog. Enviem sugestões, artigos ou até mesmo fotos que gostavam de partilhar no blog. Enviem tudo para o email: micaelacasadinho@hotmail.com

Conto com a vossa ajuda para melhorar o blog.

Obrigada,
Micaela Casadinho

segunda-feira, 25 de Agosto de 2014

David Luiz comemora escolha pelo PSG: "Não seria feliz em Barcelona

* AFP/Getty Images

O central brasileiro acredita que acertou ao assinar com o clube francês


O central do Paris Saint-Germain, David Luiz, comemora escolha pela equipa francesa e afirma que não teria sido tão feliz se tivesse acertado com o Barcelona.

O brasileiro, ex-Chelsea, trocou o Stamford Bridge pelo Parc des Princes, lembrou negociações com o Barça e com o futebol alemão e revelou satisfação por estar em Paris. O jogador mirou o título da Champions League.

"Eu tenho certeza que vou ser mais feliz aqui em Paris do que se tivesse acertado com o Barcelona ou com o Bayern de Munique", disse David Luiz ao Telefoot.

"Eu realmente acredito que o PSG é o clube do futuro, por isso é que eu estou feliz por estar aqui e eu acho que vou ficar aqui por muitos anos", acrescentou ele.

David Luiz admitiu que foi convencido a se juntar PSG após conversas com o treinador Laurent Blanc e com o companheiro de selecção, Thiago Silva.

"Eu conversei muito com o Thiago Silva e com o treinador, Laurent Blanc. Minha decisão foi fácil. O PSG foi feito para mim. O grande objetivo é a Champions League. É o sonho aqui", concluiu ele.

Fonte: Goal

Desculpe, David Luiz (Por Cristovam Buarque)

O Mundial já passou, mas ninguém consegue esquecer alguns acontecimentos que mereceram destaque. Como por exemplo, a derrota do Brasil com a Alemanha e o pedido de desculpa de David Luiz aos brasileiros após o jogo. É esse o tema do texto, que nos segue, escrito pelo Senador Cristovam Buarque. Agradeço ao Lawrence, do blog Benfica até debaixo d'água pela partilha do texto.

Senado Federal
Discurso do Senador Cristovam Buarque
Plenário do Senado Federal
09/Julho/2014

Desculpe, David Luiz

*Por Cristovam Buarque

O Brasil é um País privilegiado. Sabemos do privilégio na natureza e nas características do povo, mas tem um privilégio na história: o fato de que não termos traumas que outros países têm nas suas histórias. Nunca perdemos uma guerra, nem nos nos rendemos. A Alemanha sofreu duas derrotas e rendições em um mesmo século. A França que foi invadida e ocupada durante quatro anos pelo exército alemão. Os Estados Unidos tiveram uma traumática guerra civil e presidentes assassinados. Nossos traumas se resumem ao suicídio de um presidente, e perda da Copa do Mundo para o Uruguai, no último minuto, 64 anos atrás. Agora, neste 8 de julho de 2014, ficamos com a sensação de um grande trauma nacional por causa da desastrosa derrota por 7 a 1 que nossa seleção sofreu diante da Alemanha.

Por sermos o país do futebol, por termos este esporte entrando na alma de nosso povo, e por sermos atualmente bons, os melhores historicamente, nós temos a razão de sentirmos o trauma com a derrota da seleção ontem. O que surpreende é como não temos outros traumas.

Por exemplo, estamos profundamente abatidos no Brasil inteiro porque perdemos de 7 a 1 para a Alemanha, mas jamais nos lembramos de que a Alemanha teve 103 Prêmios Nobel e nós nenhum.

Com toda a tristeza que sinto pelo fato de termos sido derrotados, e com um escore tão grande, do ponto de vista do interesse nacional, do ponto de vista das consequências para o futuro, é muito mais grave para o futuro do País o fato de estarmos perdendo para a Alemanha de 103 a zero, no campeonato de Prêmio Nobel.

Nós não nos traumatizamos, no dia 14 de março de 2013, quando foi divulgado o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil, que nos deixou em 85º lugar, entre 106 países analisados. Entre estes países estão alguns dos mais pobres do mundo, os 106 ficamos em 85º – quase lanterninha –, e não nos traumatizamos. E nós nos traumatizamos por sermos o quarto ou até o terceiro em futebol, dependendo do resultado do jogo no próximo sábado. O mundo inteiro disputou para ter seus times na COPA. Foram selecionados 31 e nós fomos disputar com eles. Apenas 32 foram selecionados como os melhores. Aos poucos foram sendo eliminados. O nosso chegou ao último estágio, que são os quatro finalistas. Não chegamos à finalíssima, mas chegamos à anterior. Na pior das hipóteses, sairemos dessa Copa como a quarta melhor seleção de futebol do mundo. E o Brasil está de luto, num sofrimento que dói na gente, sobretudo quando vemos as crianças que choraram no estádio e nas ruas pela derrota que elas não esperavam. Nem entendem.

Mas não nos traumatizamos no dia 3 de dezembro de 2013, quando foi divulgada a classificação do Brasil na educação, entre 65 países, e ficamos em 58º. Uma avaliação que analisa 65 países, feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, da Europa, deixa-nos em 58º, entre 65 e não houve nenhum trauma naquele 4 de dezembro, dia seguinte à divulgação do resultado. Este campeonato que não gerou qualquer tristeza, mas suas consequências para o Brasil são muito mais trágicas, do que o resultado do jogo contra a Alemanha.

Nós não tivemos o menor constrangimento, o menor trauma, a menor tristeza, quando, no dia 1º de março de 2011, a Unesco divulgou a sua classificação da educação para 128 países, e nos colocou em 88º. Ou seja, um dos piores.

E, quando falamos em 128 países, estamos incluindo os mais pobres do mundo, não nos comportamos apenas com países da elite educacional, não foram apenas os BRICS, nem apenas os emergentes: Temos toda a razão emocional de estarmos tristes por termos sido excluídos da finalíssima decisão de quem será o campeão deste ano. Temos toda a razão de estarmos tristes, porque ainda não foi este ano que ganhamos o hexa, mas também precisamos ficar tristes com as outras nossas classificações: na educação, na saúde publica, na violência, no quadro social.

Todo o direito à tristeza, mas não esqueçamos as outras razões para sofrer também, até porque são essas outras razões de sofrimento que nos levariam a superar os nossos problemas e construir um futuro que nos vem sendo negado há séculos.

Precisamos ver, nessa derrota como jogador David Luiz no final do jogo, quando ainda dentro do campo, pela televisão, chorando, disse o seguinte: “Desculpa, por não ter feito vocês felizes nesta hora”. Veja a que grandeza: ele não disse que estava triste por não ser campeão do mundo. Estava triste por não ter feito a nós, os brasileiros, felizes nessa hora. E continuou “Mas aqui tem um cidadão disposto a ajudar a todos”, Ou seja, a derrota foi de um jogo, não foi a derrota de uma história. E continua: “Eu só queria dar alegria para o meu povo que sofre tanto por tanta coisa”. Esse sentimento vindo dele confesso que me surpreendeu, quando ele lembra: “queria dar uma alegria para esse povo que sofre tanto por tanta coisa”. E ele diz: “Queria pedir desculpa”, “só queria fazer meu povo sorrir pelo menos no futebol”.

Precisamos ver, nessa derrota como jogador David Luiz no final do jogo, quando ainda dentro do campo, pela televisão, chorando, disse o seguinte: “Desculpa, por não ter feito vocês felizes nesta hora”. Veja a que grandeza: ele não disse que estava triste por não ser campeão do mundo. Estava triste por não ter feito a nós, os brasileiros, felizes nessa hora. E continuou “Mas aqui tem um cidadão disposto a ajudar a todos”, Ou seja, a derrota foi de um jogo, não foi a derrota de uma história. E continua: “Eu só queria dar alegria para o meu povo que sofre tanto por tanta coisa”. Esse sentimento vindo dele confesso que me surpreendeu, quando ele lembra: “queria dar uma alegria para esse povo que sofre tanto por tanta coisa”. E ele diz: “Queria pedir desculpa”, “só queria fazer meu povo sorrir pelo menos no futebol”.

O sofrimento não fica restrito ao futebol mas é o sofrimento do futebol que traumatiza. Os demais são tolerados, ignorados, por serem banalizados. Por isso não damos tanta importância aos demais sofrimentos e não fazemos o dever de casa para consertar o resto ganhar outras copas. Não estamos jogando para sermos campeões mundiais na educação, para sermos campeões mundiais no saneamento, para sermos campeões mundiais, por exemplo, na paz das cidades. Embora fracassada, fazemos o dever de casa, para sermos competitivos no futebol, mas não estamos fazendo o dever de casa para o Brasil ser melhor, mais eficiente, mais justo, e não percebemos este fracasso. Por isso não sofremos, diante dos males banalizados. Sofremos porque o Brasil não é campeão mundial de futebol este ano – já foi cinco vezes –, mas não sofremos porque não estamos fazendo um Brasil melhor.

Quando vi o David Luiz pedindo desculpas, pensei: quem devia estar ali pedindo desculpas éramos nós os Senadores, os Deputados, os Ministros, os Governadores, a Presidente da República, porque somos nós que estamos em campo para fazer um Brasil melhor. Nós somos a seleção brasileira da política para a definição dos rumos do País. E nem ao menos lembramos que o papel do político é eliminar os entulhos que dificultam o caminho das pessoas à busca de sua felicidade pessoal.

Eles estavam em campo para fazer o Brasil campeão. Nós estamos em campo para fazer um Brasil melhor e não estamos conseguindo chegar nem ao quarto, nem ao décimo, nem ao vigésimo, nem ao quinquagésimo lugar. Estamos chegando ao octogésimo quinto no Índice de Desenvolvimento Humano, octogésimo oitavo na educação. Estamos perdendo de 103 a zero em Prêmio Nobel para a Alemanha.

O mais importante para o futuro do País não é o campeonato de futebol, embora esse toque mais na alma da gente, o maior campeonato que estamos perdendo são as condições sociais, as possibilidades de eficiência na economia, a educação, segurança, a saúde, a corrupção. Esses são os campeonatos que devem fazer com que nós brasileiros trabalhemos para superar.

O Davi Luís deu todo o seu esforço e nos colocou primeiro entre as seleções selecionadas para a Copa, porque muitas ficaram de fora; depois nos fez passar para oitava, para quarta e agora estamos nas finais, e apesar disso ele nos pede desculpas, “por não ter feito o povo sorrir, pelo menos no futebol” – como ele disse – pelo menos no futebol, mas não basta só o futebol. Pelo menos no futebol porque essa é a tarefa dele, mas aqui, nesta casa no congresso não basta o futebol.

Sofri ontem como qualquer brasileiro, mas eu quero agradecer aos jogadores que nos colocaram nessa posição.

Quero agradecer, ao David Luiz, quando ele nos deu esta lição: “Eu só queria fazer meu povo sorrir pelo menos no futebol.” Você não conseguiu, David Luiz, fazer o povo sorrir plenamente no futebol, mas você conseguiu nos despertar para o fato de que nós não estamos conseguindo fazer o povo sorrir pelas outras coisas das quais eu sou um dos responsáveis. Por isso, desculpa, David Luiz.

Cristovam Buarque, Professor da UnB e Senador pelo PDT-DF.

quarta-feira, 20 de Agosto de 2014

Blog

Peço desculpas a todos os visitantes do blog pela falta de actualização do mesmo. Em breve surgirão novas novidades.

Obrigada a todos pela compreensão.

Micaela Casadinho

quarta-feira, 23 de Julho de 2014

Comentadores: franceses têm dúvidas em relação a David Luiz e Thiago Silva

* Agência AFP

André Fontenelle diz entender capa da revista "France Football" que coloca centrais do Paris Saint-Germain como "náufragos" da Copa do Mundo

A revista francesa "France Football" se mostrou preocupada em relação à defesa do Paris Saint-Germain para a próximo temporada, formada por Thiago Silva e David Luiz. A publicação questiona como os brasileiros irão atuar após o fracasso apresentado na Copa do Mundo de 2014 vestindo a camisa do Brasil. O jornalista André Fontenelle, convidado do "Redação SporTV", disse concordar com o temor em relação aos jogadores em função do fraco desempenho no Mundial.

- Se eu entendi bem, a revista quis dizer que o David Luiz tem um posicionamento que deixa a desejar, imprevisível em campo. Vendo a actuação contra a Alemanha, se vê isso. Imagino como fica preocupada a torcida do PSG, vendo a insegurança de seu líder. Vendo também como se comportou o recém contratado, que abandou a defesa no quinto golo da Alemanha, deixando buraco na defesa - disse.

Na análise do comentarista Raphael Rezende, Thiago Silva e David Luiz apresentaram problemas diferentes na Copa. O primeiro, segundo ele, ficou abalado emocionalmente desde a disputa de pênaltis contra o Chile. No duelo, válido pelas oitavas de final, o central mal conseguiu acompanhar as cobranças e chorou muito em campo. Já o segundo cometeu erros tácticos na eliminação para a Alemanha e na disputa pelo terceiro lugar contra a Holanda.

- A análise para o David Luiz é técnica. Para o Thiago Silva, é psicológica. Acho que ele foi bem dentro de campo, talvez tenha sido uma escolha errada para capitão - disse.

Actual campeão, o PSG estreia no Campeonato Francês no dia 8 de Agosto, contra o Reims.

Fonte: SporTV

quinta-feira, 17 de Julho de 2014

David Luiz vence disputa do golo mais bonito da Copa do Mundo

* Agência Reuters 

Nem tudo foi derrota para o Brasil na Copa do Mundo. David Luiz, representante brasileiro no inquérito de golos mais bonitos do Mundial 2014, ficou em primeiro lugar com 41,86% dos votos. O centrar marcou um golaço de falta na vitória da selecção brasileira por 2 a 0 contra a Colômbia, pelas quartas de final. O encantamento do golo se deu pela forma da batida na bola, de "chapa", mas com muita força e efeito. O camisa 4 bateu nomes como James Rodríguez, Van Persie e Lionel Messi em disputa com 10 candidatos.

O colombiano James ficou em segundo com 32,56%. No duelo contra o Uruguai pelas oitavas de final, o camisa 10 brindou a todos que compareceram ao Maracanã com um belo domínio no peito e um giro espectacular. A bola entrou no ângulo do guarda-redes Muslera. O meia foi o autor dos dois golos na vitória por 2 a 0.

O inquérito também teve um representante da terceira melhor selecção da Copa do Mundo. E na disputa do "É Golo!!!", o holandês Van Persie também ficou em terceiro, com 15,29%. O atacante brilhou na goleada por 5 a 1 sobre a Espanha, no estreia pelo Mundial, aproveitando um cruzamento com jeito de passe e se jogando para tocar de cabeça, encobrindo o guarda-redes Casillas.

Tim Cahill, da Austrália, ficou em quarto com 5,44%. Lionel Messi participou da disputa com dois golos. O argentino ficou em quinto com 2,36% no golo contra o Irã, e em sexto com 1,84% no golo contra o Bósnia.

Completam o resultado de golo mais bonito Jermaine Jones, dos Estados Unidos, com 0,259%; Giovani dos Santos, do México, com 0,156%; Julian Green, dos Estados Unidos, com 0,13% e Granit Xhaka, da Suíça, com 0,104%.


Fonte: SporTV

quarta-feira, 16 de Julho de 2014

Comentadores elegem selecção da Copa, sem Messi e com David Luiz

* Agência AFP

Equipa do SporTV monta equipa ideal com sete finalistas; Central é único representante do país; Kompany, Pogba e Robben completam equipa

A Alemanha derrotou a Argentina por 1 a 0 e conquistou o quarto título mundial. Antes da final no Maracanã, comentaristas do SporTV montaram o time ideal para a seleção do Mundial 2014 com cinco atletas da equipe campeã, (Neuer, Lahm, Kroos Schweinsteiger e Müller) e dois da finalista Argentina (Rojo e Mascherano). A campanha do Brasil, manchada por duas goleadas na fase decisiva do torneio, deixou consequências e o central David Luiz é o único representante brasileiro entre os 11 melhores. Eleito o melhor jogador da Copa por representantes da Fifa, em decisão polêmica, Lionel Messi fica fora. Kompany (Bélgica), Pogba (França) e Robben (Holanda) completam o time.

Onze analistas do Canal Campeão tiveram a missão de escolher, individualmente, o melhor jogador para uma determinada posição.

Como melhor guarda-redes, Carlos Eduardo Lino elegeu o alemão Neuer, mas fez uma menção honrosa a Romero, que classificou a Argentina para a final depois de pegar dois pênaltis da Holanda. Belletti, lateral-direito pentacampeão com o Brasil em 2002, selecionou Lahm. Convocado para três Copas do Mund, o ex-central Edinho votou no belga Kompany para a defesa devido a sua técnica e velocidade. Já Ricardo Rocha, tetracampeão em 94, "salvou" David Luiz devido a sua liderança e espírito de luta. Wagner Vilaron completou a defesa com o lateral-esquerdo argentino Rojo, por aliar capacidade defensiva e força ofensiva.

Para o meio-campo, Mascherano foi selecionado como primeiro volante pelo jornalista André Rizek, pela liderança e orientação dos argentinos em campo. Luiz Ademar indicou o alemão Schweinsteiger pela polivalência. O francês Pogba foi escolhido por Maurício Noriega para ocupar o meio-campo pelo lado direito em função de sua qualidade na transição defesa-ataque. Ricardinho, pentacampeão com o Brasil em 2002, votou em Kroos como o melhor meio-campista da Copa pela habilidade e por ser um jogador "moderno".

Na frente, Lédio Carmona indicou o holandês Robben como o melhor atacante do Mundial 2014 por ser veloz, objetivo e muito eficiente na finalização. A equipa ideal da Copa do Mundo do Brasil fica completo com o alemão Thomas Müller, selecionado por André Lofredo, devido a sua movimentação e posicionamento.

Fonte: SporTV

Depois de perder Copa em casa, David Luiz pensa em Olimpíadas no Rio

* Sergio Barzaghi/Gazeta Press

David Luiz se diz um privilegiado por ter disputado uma Copa do Mundo no seu país, e quer viver situação similar daqui dois anos. O central se coloca à disposição para ser um dos três jogadores com mais de 23 anos que podem representar a Selecção Brasileira na Olímpiadas do Rio de Janeiro.

“Eu gostaria muito e vou fazer de tudo para ter a oportunidade de disputar as Olimpíadas”, disse o jogador, que tem passagens pela Selecção Brasileira sub-20, chegando a disputar o Mundial da categoria em 2007, e que faz parte do seleccionado principal desde 2010. Até 2016, contudo, o seu foco vestindo verde e amarelo será inédito. Pela primeira vez, o agora jogador do Paris Saint-Germain participará das Eliminatórias para a Copa do Mundo – nos últimos quatro anos, o Brasil não precisou actuar a competição por já estar garantido no Mundial como anfitrião.

David Luiz se diz animado. “Minha vontade é a mesma de sempre: representar o nosso país da melhor maneira possível, querer levar meu país para a Copa de 2018 e obrigado Deus por ter oportunidades como essa de recomeçar”, falou, sedento por deixar a frustração de 2014 para trás.

“Vou fazer de tudo para ter a minha oportunidade de estar na Selecção Brasileira de novo e mostrar o meu trabalho porque amo estar aqui, na alegria ou na tristeza, na vitória ou na derrota. Amo muito representar o meu país”, declarou-se.

David Luiz agradece à Copa pela oportunidade de se tornar exemplo para jovens do Brasil

Gazeta Press

Central que actua no Chelsea caiu nas graças da torcida durante o Mundial

A defesa brasileira sofreu dez golos nos dois últimos jogos da frustrante campanha que rendeu só o quarto lugar aos anfitriões da Copa do Mundo, mas nenhuma frustração tira de David Luiz uma vitória particular em seu primeiro Mundial. O central, que joga na Europa desde 2007, se tornou um ídolo para a torcida nacional, só sendo superado por Neymar no gosto popular.

A empatia entre o defensor e os brasileiros ficou clara mesmo na disputa do terceiro lugar, quatro dias após a humilhante derrota para a Alemanha na semifinal. Bastava aparecer a cabelereira característica do jogador no telão ou seu nome ser anunciado para gerar furor nos presentes no Mané Garrincha. Por isso, o camisa 4 pôde sair de Brasília com motivo para sorrir mesmo após perder por 3 a 0 para a Holanda no adeus da Selecção à Copa.

“Sou grato por ver que, no meu país, as pessoas puderam ver como sou, mesmo com a minha carreira toda construída na Europa. Graças a Deus, tive a oportunidade de mostrar a pessoa que sou, o que sempre quis. Fico surpreso e feliz porque, muitas vezes, é difícil como central ser ídolo dessa forma no futebol, sei muito bem disso. Podem ter certeza de que esse é um dos grandes confortos que tenho no meu coração”, discursou, sentindo-se um exemplo.

“Há coisas muito mais valiosas que podemos passar para a sociedade, hoje o jogador de futebol tem a oportunidade de ser um grande exemplo para a sociedade. Sempre quis passar o que sou: um cara simples, abençoado e privilegiado por Deus por ter a melhor profissão do mundo. Sempre tentei mostrar para as crianças ou para nova geração o que tenho de melhor, que é, simplesmente, ser eu, em todos os sentidos, em todos os momentos”, definiu-se. Se coloca a transparência como sua melhor característica, o atleta de 27 anos, autor de dois golos na Copa, não pode esconder que acabou o torneio entristecido. “Eu preferiria uma Copa totalmente ruim para mim e ter o título, podem ter certeza absoluta disso. Nunca fui egoísta, sempre pensei nos outros. Isso, às vezes, é ruim, mas sou assim, é isso que me traz felicidade”, indicando, trabalhando com base em autoajuda para actuar como líder e indicar a melhora da equipa.

“O que não nos mata nos deixa mais fortes, e existem pessoas que passam por inúmeras dificuldades muito maiores do que as nossas. É colocar os pés no chão, manter o que fizemos de positivo no futuro e melhorar o que fizemos de negativo para nos tornarmos cada vez mais fortes. Ficamos felizes por ter a oportunidade de, no futuro, mudar isso”, falou, pensando em 2008, mas sem esquecer do tratamento de astro recebido em 2014.

“Como não vou agradecer por ser um dos caras escolhidos por Deus para ter a oportunidade de disputar a Copa no meu país, uma Copa do Mundo onde a Copa sorriu também para mim de forma maravilhosa até as quartas de final. De repente, teve aquele duro golpe onde todos ficaram tristes, abatidos, mas precisamos ter a humildade de reconhecer e ver onde erramos”, ensinou.

David Luiz concorre a golo mais bonito da Copa

* Stefano Rellandini | Reuters

O brasileiro David Luiz pode ter um dos seus golos escolhido como o mais bonito da Copa do Mundo. O tento em questão foi uma cobrança de falta contra a Colômbia, que deu a vitória para a equipe brasileira.

A votação foi iniciada pela Fifa e conta com outros 14 golos. A jogada de David Luiz é o único do Brasil a participar da selecção, que conta com golos do colombiano, James Rodrígues, do argentino Lionel Messi, do holandês Robben e um dos sete golos que o Brasil recebeu na partida contra a Alemanha.

A eleição será pela internet no site da Fifa, onde é possível rever os lances.

Reveja o golo de David Luiz:


Fonte: A Tarde

segunda-feira, 14 de Julho de 2014

Queridinho da Copa 2014, David Luiz diz que carinho da torcida é conforto para derrotas

* Lars Baron/Getty Images

O central se disse surpreso e feliz com a relação com a torcida

Sensação da torcida brasileira na Copa 2014, o central David Luiz disse que tem a torcida como conforto e acredita que esse mundial serviu para reacender a chama entre a equipa e os brasileiros. O central falou com a imprensa neste sábado (12), em Brasília, após a derrota contra a Holanda por 3 a 0 na disputa pelo terceiro lugar.

— Fiquei surpreso e feliz com esse carinho. É difícil virar ídolo como central e por isso eu fiquei surpreso e muito feliz. Agradeço muito porque esse, podem ter certeza, é um dos grandes confortos que tenho no meu coração.

A gente que conseguiu esse laço forte com a torcida e conseguiu reacender essa chama, que ao longo dos anos a torcida tinha perdido um pouco isso essa ligação foi reacendida.

Para o central, a Copa do Brasil foi uma grande oportunidade de ser reconhecido pelos brasileiros, apesar da derrota e de algumas vaias nos dois últimos jogos.

— Alguns vaiaram e outros aplaudiram. Ninguém quer sair do campo perdedor, nem hoje e nem nunca. Tive a grande oportunidade de Deus de jogar no meu País, eu já estou há nove anos na Europa e as pessoas nem sempre tiveram a oportunidade de me conhecer. Há coisas muito valiosas que a gente pode passar para a sociedade. Sempre tentei passar quem eu sou. Cara simples com a melhor profissão do mundo e abençoado.

David Luiz admitiu que a sua actuação nos dois últimos jogos não foi a esperada.

— Eu sempre tive a minha característica de humildade para aprender. Claro que eu fiquei triste como um jogador de defesa, levar 10 golos em uma partida para um central é triste. O que não nos mata nos deixa mais forte e há pessoas que passam por dificuldades muito maiores que as nossas. Mas é ter os pés no chão a e aprender porque vamos ter oportunidade.

Fonte: R7 Esportes

Por tempo com Felipão, David Luiz vê quarto lugar como "saldo positivo"

* Mowa Press

Central lembra que técnico assumiu a Selecção em 2012 ao comentar a campanha da equipe na Copa, mas reconhece decepção dos torcedores 

O Brasil se despediu da Copa do Mundo com mais uma derrota e terminou no quarto lugar. Após o revés por 3 a 0 para a Holanda, no Mané Garrincha, neste sábado, David Luiz acredita que a posição acabou sendo satisfatória pelo período de preparação da equipe sob o comando de Luiz Felipe Scolari, que assumiu a equipa no fim de 2012. Entretanto, ele reconhece que a torcida sai decepcionada.

- Um grupo que começou há um ano e meio o trabalho, chegar entre os quatro é um saldo positivo, por tudo que a gente fez, da forma com que a gente trabalhou. Na forma de pensar como brasileiro apaixonado por futebol a gente não fica feliz. A gente foi acostumado a ganhar, a jogar bem, e nós jogadores também temos esse feeling, sentimos da mesmo forma. Gostaríamos de ter ganhado o título, depois de uma derrota pesada o nível emocional foi lá embaixo, todo mundo ficou triste. Hoje entramos com a vontade de ganhar, mas sabíamos que não é a mesma coisa. Infelizmente perdemos mais um jogo da Copa do Mundo, mas agora é levantar a cabeça, porque não pode parar - disse o central.

O jogador ainda lembrou os momentos que antecederam a Copa, quando os jogadores sonhavam com o título. Por fim, ele pediu reacção dos jogadores para o próximo ciclo.

- Teve aquele jogo que foi inexplicável, que a gente teve aquele apagão onde todo mundo ficou baqueado, triste. Depois de alimentarmos um sonho incrível, país inteiro mobilizado, e de repente aconteceu aquilo na semifinal que a gente não teve nem reacção. É difícil analisar. E depois vem para disputa de um terceiro que a gente queria também, para coroar pelo menos o que a gente tem feito, dar esse bronze para a torcida, que foi fantástica, mas também não aconteceu. A gente sabia que não era a mesma coisa. Infelizmente aconteceu e agora é erguer a cabeça, enfrentar aquilo que a gente tem de enfrentar, e bola pra frente - afirmou o jogador.

Fonte: SporTV

David Luiz: «Sofremos um golo cedo e voltaram os pensamentos horríveis»


Defesa apela à reflexão

David Luiz, jogador do Brasil, em declarações reproduzidas pela RTP após a derrota com a Holanda, no jogo de atribuição do terceiro lugar do Mundial2014:

«O jogo da Alemanha foi um duro golpe. Ainda hoje paramos para assistir e não há explicação para o que aconteceu naquele dia. Depois tentámos reanimar, mas o golpe emocional foi grande. O pais alimentou a esperança de ser campeão do mundo. De repente estás fora da final, em casa, da forma que aconteceu. Entrámos em campo com vontade de acabar bem mas infelizmente não aconteceu. Sofremos um golo cedo e voltaram os pensamentos horríveis que estávamos a tentar esquecer, mas que ainda não tínhamos esquecido.»

«Temos de ter humildade e maturidade para entender a razão das coisas, ver o que errou e pensar nas equipas que estão juntas há seis ou sete anos. Estar nos quatro melhores depois de um ano e meio juntos não é a pior coisa do mundo. Fizemos um trabalho bom. Nem óptimo nem excelente.»

Fonte: Mais Futebol

sexta-feira, 11 de Julho de 2014

Mesmo após goleada, Brasil tem quatro jogadores no top 10 da Fifa

* Felipe Dana/AP Photo

Até o momento, Toni Kroos lidera a lista dos melhores jogadores da Copa segunda as estatísticas. Ele fez dois golos contra o Brasil

A Fifa divulgou nesta quinta-feira (10) uma nova actualização do seu ranking dos melhores jogadores da Copa. A lista, que selecciona os melhores atletas de acordo com estatísticas, é liderada pelo meia Toni Kroos, da Alemanha.

Kroos fez uma brilhante partida na semifinal. Ele foi fundamental na goleada da Alemanha contra a Selecção Brasileira. Foi ele quem cobrou o canto que resultou no primeiro golo alemão, e ele ainda marcou o terceiro e o quarto daquela partida. Em toda a Copa, ele acertou 85% dos passes, deu quatro assistências e fez apenas 4 faltas.

Mesmo perdendo de 7 a 1 para a Alemanha, a Selecção Brasileira continua com jogadores na lista dos dez melhores da Copa. Thiago Silva, que não jogou por conta de uma suspensão, é o brasileiro mais bem colocado, na quarta posição. Em quinto está Oscar, autor do único golo do Brasil na semifinal. David Luiz está em oitavo, e Neymar, em décimo.

O índice leva em consideração a quantidade de passes certos, desarmes, chutes e golos, e cada jogada é avaliada conforme o local em que ela ocorre - roubar a bola na própria área, evitando um golo, vale mais pontos do que o mesmo lance no meio de campo.

Confira os dez melhores jogadores da Copa até o momento.

1. Toni Kroos, Alemanha (9.79)
2. Karim Benzema, França (9.74)
3. Arjen Robben, Holanda (9.7)
4. Thiago Silva, Brasil (9.66)
5. Oscar, Brasil (9.63)
6. Stefan de Vrij, Holanda (9.59)
7. Thomas Muller, Alemanha (9.56)
8. David Luiz, Brasil (9.54)
9. James Rodriguez, Colômbia (9.51)
10. Neymar, Brasil (9.48)

Fonte: Época