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sábado, 26 de novembro de 2011

«Vou ter sempre saudades» - David Luiz


Por Gonçalo Guimarães

O defesa-central brasileiro, de 24 anos, foi para o Chelsea mas não esquece o Benfica nem os antigos companheiros de equipa. Em conversa com A BOLA, elogia Luisão, Bruno César ou Elias e aproveita para desejar boa sorte para o 'derby' desta noite. Acredita que foi bem substituído pelo argentino Ezequiel Garay

- Transferiu-se há quase um ano do Benfica para o Chelsea. Passou já tempo suficiente para ter saudades?
- Sim, vou ter sempre saudades. Tenho muito carinho pelo clube, os torcedores e a cidade.

- Mantém contacto com muitos ex-companheiros?
- Mantenho com todos, porque amo todos os que amam aquele clube.

- Como foi o ambiente no último estágio da selecção entre os jogadores de Benfica (Luisão e Bruno César), Sporting (Elias) e FC Porto (Hulk e Alex Sandro)? Houve brincadeiras entre eles, pela rivalidade?
- Somos todos amigos fora de campo. Quando representamos a selecção brasileira, toda e qualquer rivalidade fica de lado, o nosso objectivo é o mesmo, fazer o melhor.

- Houve conversas sobre o derby, sobretudo entre Luisão, Bruno César e Elias?
- O foco foi a selecção brasileira, mas é possível que eles tenham conversado a esse respeito. O clima na selecção é muito bom e somos todos amigos fora de campo.

- Que opinião tem sobre estes três compatriotas?
- São excelentes jogadores que vão construir um bela história nas equipas deles.

- Tem acompanhado o campeonato português? Como vê as campanhas dos três clubes grandes e qual o favorito a vencer o campeonato?
- Acompanho, sim. Sempre torcerei pelas vitórias do Benfica.

- Quem é favorito para o derby?
- O Benfica, sem dúvida.

- Que recordações tem dos derbies com o Sporting?
- As melhores recordações possíveis, principalmente na temporada 2010, em que fomos campeões.

- Gostava de enviar uma mensagem para os ex-companheiros e para os adeptos do Benfica?
- Claro, desejo boa sorte, para sempre.


Fonte: A Bola

domingo, 4 de setembro de 2011

«Gaitán é espectacular, Nolito e Witsel ajudam o Benfica» - David Luiz

*Goal.com



Deixou Portugal em Janeiro, numa altura em que o Benfica ainda lutava para renovar o título de campeão. Não perdeu a ligação ao País, nem o sorriso simpático. Numa entrevista no hotel onde a selecção brasileira prepara o particular de amanhã, com o Gana, em Inglaterra, David Luiz passa em revista Brasil, Benfica, Hulk, Danilo, Elias e também Dedé.

O que representa nesta altura a vinda à selecção, ainda por cima em Londres, a cidade onde joga, no Chelsea?
-Representa o mesmo que da primeira vez. É um privilégio vestir a camisola da selecção brasileira, representar a minha pátria. É um motivo de orgulho.

É mais uma forma de cimentar a sua posição no clube, ainda por cima com concorrência tão forte para um lugar no onze?
- A concorrência é forte no Chelsea e na selecção. Vou fazendo o meu trabalho diário, e tento sempre que seja um bom trabalho, feito com dedicação.

André Villas Boas chegou ao Chelsea com rótulo de treinador ganhador. Que diferenças sente no dia-a-dia da equipa?
- Bom, ao mudar o treinador há sempre mudanças. No ano passado não conseguimos conquistar os nossos objectivos, mas este ano trabalhamos para o conseguir. O André Villas Boas conseguiu uma oportunidade na carreira. Fez por isso, com um ano maravilhoso no FC Porto, em Portugal e na Europa. Para mim é bom tê-lo por cá. É mais fácil trabalhar com alguém que fala a nossa língua, por mais que se domine outro idioma, pois há sempre gíria mais complicada de entender. Também já conheço a forma de ser dos portugueses, o que me ajuda.

Mas mudou muito?
- Ele não tem feito uma mudança brusca. Está a implementar as suas ideias cada dia um pouco mais e vamos ter sucesso, tenho a certeza.

E Raul Meireles? É um bom reforço?
- O Raul Meireles é um grande jogador. Tive oportunidade de jogar contra ele em Portugal. Mostrou no Liverpool que se adaptou rapidamente à liga inglesa. Estou certo que vai acrescentar muita qualidade à nossa equipa.

Nota nesta concentração da selecção, com Hulk, Elias, Danilo e até, consigo, um ambiente de portugalidade?
- É bom, acima de tudo, estar com jogadores de muita qualidade. O Elias vai agora conhecer Portugal e ter oportunidade de sentir o que eu senti. Portugal é um País maravilhoso, onde há um campeonato muito forte, ao qual as pessoas, injustamente, não dão valor. Tem demonstrado a qualidade nos últimos anos, e esta constatação fica provada até com crescimento do SC Braga. Que o crescimento continue, é o que desejo.

Em que pode o Sporting beneficiar da contratação de Elias?
- O facto de o Elias estar na selecção já mostra a qualidade dele. Olhe, pode jogar em várias posições do meio-campo, por exemplo. Não teve felicidades no Atl. Madrid, mas tenho a certeza de que o terá no Sporting, com excepção, claro, para os jogos com o Benfica.

Quem é mais difícil de marcar para si, enquanto defesa? O Hulk ou o Elias?
- O Hulk é avançado e o Elias é médio, logo não há muito confronto directo, nem proximidade. O Hulk dá sempre trabalho a qualquer defesa. É um jogador de enorme qualidade e todos sabemos isso.

Como se explica a dificuldade que ele está a ter para se afirmar na selecção brasileira, sendo um jogador com tantas virtudes?
- Tudo tem o seu tempo. Há o tempo de Deus para todas as coisas. Ele está a demonstrar a sua qualidade no FC Porto e tudo vem com naturalidade. Tal como o Hulk, há outros jogadores que procuram uma oportunidade. Fico feliz por tê-lo de novo aqui. Jogo com ele desde pequeno, é um amigo e espero que tenha sucesso aqui como tem no Porto.

É uma questão de estilo? Acha que é pela forma como joga que tarda em impor-se na equipa nacional?
- Acho que não! O facto de ter um estilo diferente não é problema. Pelo contrário, até é bom para nós termos várias possibilidades de jogo, várias opções para colocar em campo. É bom ter avançados diferentes, pois é difícil lidar com uma equipa onde todos têm condições para serem titulares. A verdade é que vai sempre entrar em campo uma equipa muito forte.

O que pode Danilo acrescentar ao FC Porto quando chegar a Portugal, em Janeiro?
- O Danilo mostra no Santos que tanto joga no meio-campo, como joga na lateral, que tem muita força e muita qualidade técnica. Desejo-lhe que tenha muita sorte e sucesso a nível pessoal, mas, claro, que não o tenha nos jogos com o Benfica.

O Benfica está sempre no seu discurso. Dá para perceber que continua muito ligado ao clube. O que sabe da equipa desta temporada?
- Tenho acompanhado os jogos. O Benfica contratou jogadores de grande qualidade e voltou à dinâmica que tinha no ano em que fomos campeões. Passa-se também algo de importante, que é o facto de os jogadores também conhecerem a metodologia de Jorge Jesus. Isso ajuda muito. Na escola, os professores também ensinam de forma própria e alguns alunos aprendem em dois dias, mas outros precisam de um mês. Em Portugal, por vezes, não há paciência para esperar por alguns jogadores...

«Disse a Dedé que fui muito feliz na Luz» - David Luiz

Na sexta-feira David Luiz passou boa parte do treino a conversar com Dedé, defesa-central do Vasco da Gama, cujo nome está há algum tempo na lista de potenciais reforços do Benfica. Tal como A BOLA ontem noticiou, os dois falaram, antes da sessão de treino em Motspur Park, centro de estágio do Fulham, e em alguns momentos livres, sobre o clube da Luz.

«Ele perguntou-me ontem no treino sobre o Benfica. Eu disse-lhe que se tiver oportunidade de ir, esse será um grande passo na carreira dele. Disse-lhe que é um lugar maravilhoso, onde fui muito feliz. Mas disse-lhe que antes de tomar a decisão deve sentir no coração. É assim em tudo na vida. Temos de dar passos quando as coisas nos tocam no coração. Também vi que ele pensa assim. Ele vai sentir o momento certo para sair do Vasco da Gama».

Conhecedor de Dedé, com quem tem formado dupla em Londres, e, claro, do Benfica, David Luiz não tem dúvidas. O internacional brasileiro tem tudo para dar o salto e para formar boa dupla com Luisão. «Faria boa dupla com Luisão, tal como Garay tem feito, ou o Jardel, o Miguel Vítor... O Benfica tem excelentes defesas-centrais».





Fonte: A Bola

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O futebol (não) jogado pelo Benfica


Ainda há muitas dúvidas neste início de época do Benfica, que será para muitos uma incógnita.

(...)

- Seria infeliz não fazer referência a outro jogador que acabou por sair mais tarde da Luz. David Luiz mostrou-se ao mundo com exibições de encher o olho nas competições europeias e mais uma vez Abramovich viu-se encantado pelo talento de mais um jogador dos quadros de JJ. Trata-se de um central bom tecnicamente e com visão de jogo. É certo que ainda mostrava algumas fragilidades e falta de maturidade compreensível de um jogador de 20 anos. A meio da época chegou Jardel para competir com Sidnei pela vaga deixada, e mais uma vez, não era a mesma coisa. 25 milhões foi quanto o Chelsea gastou para garantir este jogador que está a dar cartas em terras de sua majestade.

(...)

Fonte: David Vaz Duarte (Relvado)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O onze ideal da Liga Zon Sagres, por quem sabe

* Daylife

O Relvado desafiou o nosso comentador Rui Santos, o jornalista Luís Freitas Lobo e os treinadores Augusto Inácio, Carlos Carvalhal e Agostinho Oliveira a escolherem o melhor onze desta edição da Liga Zon Sagres, em vésperas da jornada derradeira.

Há apenas três nomes comuns a todos: o defesa-esquerdo Fábio Coentrão (utilizado por Inácio como extremo), o médio-centro João Moutinho e o ponta-de-lança Falcão.


O ONZE DE RUI SANTOS, comentado pelo próprio

Rui Patrício: É o melhor guarda-redes português, na linha do que foi o Vítor Baía. Apareceu mais tarde, mas pode ter uma carreira do mesmo nível.

João Pereira: Ganha a Maxi Pereira por pouco, pois em igualdade de circunstâncias dou preferência a um português Tem grande competitividade e fez golos.

Luisão: Não fez uma grande época, mas como sempre, assegurou liderança e bom jogo aéreo.

David Luiz: É certo que saiu a meio da época, mas merece figurar neste onze pelo que fez na primeira metade.

Fábio Coentrão: É um jogador de 100 metros que cumpre tão bem nos primeiros 50 como nos outros. Tem grande pulmão e dinamismo.

André Santos: Escolhi um meio-campo compacto, com o jogador do Sporting a ser o mais recuado. É claramente o jogador português na sua posição com maior margem de progressão, Tal como Moutinho, é um jogador à FC Porto, muito competitivo.

Guarín: Teve evolução espectacular, nomeadamente na compreensão do espaço e na leitura táctica. E remata muito bem. Villas-Boas fez um trabalho excepcional com ele.

João Moutinho: Encontrou no FC Porto a motivação que lhe faltava. É um jogador que dura a competição, sabe calibrar o seu esforço e não se desgasta para depois cair em sub-rendimento. Agora está numa equipa vencedora.

Alan: Merece estar neste onze como representante do Sporting de Braga. Fez uma época muito boa, com 26 presenças e cinco golos. É um jogador muito importante no espaço lateral e compreende como é importante a mobilidade na frente, saindo por vezes do seu espaço.

Falcao: É uma referência do futebol mundial, para mim o melhor jogador estrangeiro que passou pelo futebol português. Tem um poder de impulsão fantástico, joga bem de costas para a baliza, roda bem, tabela bem... Enfim, é o ponta-de-lança total.

Hulk: É único, pois tem um poder de aceleração fantástico. Gostaria de o ver a correr os 100 metros com Cristiano Ronaldo! É um desequilibrador nato e está a aprender a jogar em equipa. Dele, espera-se sempre um golo ou uma jogada diferente.


O ONZE DE LUÍS FREITAS LOBO, comentado pelo próprio

Bracalli: Um guarda-redes ágil, concentrado e com boa leitura de jogo. Coloca-se bem e percebe sempre o que vai acontecer.

Sílvio: Embora tenha jogado como defesa-esquerdo, é um grande lateral-direito. Defende bem, sabe atacar, rematar e centrar. Como lateral-esquerdo é um jogador ao nível de equipa do meio da tabela, no lado direito é futebolista de selecção.

David Luiz: Está na minha equipa pelo que jogou enquanto cá esteve e pela falta que fez quando já não estava. O Benfica tem um médio muito defensivo, que é o Javi Garcia, o que ainda fez com que a falta de David Luiz fosse mais sentida.

Moisés: Também só esteve na primeira volta do campeonato, mas foi muito importante. É fortíssimo no jogo aéreo, um líder e relata o jogo todo.

Fábio Coentrão: É um jogador de topo mundial, mas nunca imaginava que ele atingisse este nível como lateral. Ataca, defende e mesmo como lateral é o melhor extremo do Benfica.

André Santos: Conseguiu fazer muito no meio de uma equipa do Sporting sem grande organização, equilíbrio e consistência. Sabe fazer circular a bola, sai bem a jogar e coloca-se bem nos momentos em que a equipa não tem a bola.

Moutinho: Percebe tudo o que acontece em campo. É o motor, o coração e o farol da equipa. Construtor e criativo ao mesmo tempo, é um jogador anti-televisão. Só quem não percebe nada de futebol é que não nota como ele é bom.

Aimar: É um mágico do ponta de vista técnico e um jogador que percebe os diferentes ritmos de jogo: quando tem de parar, acelerar, passar ou driblar. Percebe tudo o que a equipa do Benfica não conseguiu fazer. A inteligência individual do Aimar é superior à inteligência colectiva do Benfica.

Alan: Não é um superjogador, mas sabe sempre as melhores formas de criar perigo, seja a cruzar, rematar, fazer uma diagonal, uma finta... Foi muito importante nos melhores momentos do Braga.

Falcao: Tem sentido de oportunidade, remate, desmarcação, joga bem de costas para a baliza e de cabeça... É um goleador nato. Tenho dificuldades em o imaginar sem a baliza ao lado. Por exemplo, não o imagino num restaurante, só na área.

Hulk: É um jogador que leva os jogos para uma dimensão que mais nenhum outro consegue no futebol português. Tem velocidade, técnica, potência e remate. Ou seja, é um superjogador...

(...)

Fonte: Relvado.aeiou.pt